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(1943,
Araguari, MG)
Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1954. Por volta
de 1967, trabalhando na Marinha Mercante, realizou seus
primeiros desenhos de humor. No início dos anos 70
destacou-se como desenhista de humor do Jornal do Brasil
e de O Pasquim, quando também colaborou com importantes
publicações estrangeiras (Penthouse, The New York Times,
Playboy etc.). Realizou várias exposições nessa época:
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1973); Galeria
Vernissage, Rio de Janeiro, e Galeria Arte Aplicada, São
Paulo (1975); Galeria do Instituto de Arquitetos do
Brasil, Porto Alegre (1976); Petite Galerie (1977) e
Galeria Ipanema (1979), Rio de Janeiro. Voltou-se para a
pintura no início dos anos 80, com exposições na Bolsa
de Arte de Porto Alegre (1987) e na Galeria Bonino, Rio
de Janeiro (1987, 1988 e 1992). Entre as mais recentes,
merece destaque sua exposição no Museu de Arte Moderna
do Rio de Janeiro (1998). Publicou, entre outros livros,
Só dói quando eu respiro (1976), Errar é humano (1978) e
A última flor amarela (1994). Capista profissional,
realizou diversos trabalhos para a editora L&PM, de
Porto Alegre, tais como A dama do Bar Nevada (1987), de
Sergio Faraco; Perseguição e cerco a Juvêncio Gutierrez
(1990), de Tabajara Ruas; Comédias da vida privada
(1994) e Comédias da vida pública (1995), de Luís
Fernando Veríssimo; Liberdade liberdade (1997), de
Flávio Rangel e Millôr Fernandes, etc.
Referências: Entre dois séculos: arte brasileira do
século XX na coleção Gilberto Chateaubriand (JB, 1987),
de Roberto Pontual; Caulos: pinturas (L&PM, 1998), texto
de Wilson Coutinho. |