Eletrônicos e coletâneas
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Parte integrante da primorosa coleção
que traz um panorama musical do lounge de cada parte do mundo em
volumes, de grandes cidades como Nova York, Las Vegas, Hong Kong,
dentre outros, parte do selo americano Revive the Soul. Este volume
passa pelo dub, breakbeat e ethnogroove e por artistas como Ártemis,
Irina Mikhlailova & B. Smiley. Traz artistas um pouco menos
conhecidos dos consumidores de compilações do gênero lounge como
Headkandi, Superclub e várias outras que dominam as prateleiras no
mundo inteiro. Traz dois discos, um com ritmos mais dançantes e
outro com elaboradas composições que ajudam a criar um ambiente
relaxante. |
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Uma grande coletânea de surf music, o
quinto volume de uma série na qual os discos trazem os sucessos
instrumentais de cada período da história do rock. Traz não apenas os
sucessos mais óbvios do gênero, como “Wipe Out”, como títulos mais
obscuros da primeira explosão da surf music, na década de 60. E não são
apenas clichês do gênero, pois há aqui uma grande variedade sonora. Há
ainda, ao longo do disco, toques de orquestração e influências do
Oriente Médio. Inclui The Surfaris, Dick Dale & The Del-Tones, The
Ventures e The Astronauts. O álbum traz também um detalhado encarte, com
informações sobre cada segmento dentro da surf music, como groms, surf
neophytes e big kahunas. |
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Temple of Sound é um grupo que mistura a
world music com batidas e texturas eletrônicas da música contemporânea.
Foi fundado pelos multi-instrumentalistas Neil Sparkes e Count Dubulah –
inicialmente do grupo britânico Transglobal Underground, também com
propostas musicais semelhantes. O disco traz participações da cantora
Natacha Atlas em duas faixas, cantando em árabe e português (esta
segunda foi inclusive selecionada para a renomada coletânea parisiense
de música eletrônica Buddha Bar), trazendo uma sensualidade que remete
ao francês Serge Gainsbourg e ao exotismo do Oriente Médio. Há também o
guru do baixo, Jah Wobble, Pixie, Princess Julianna, Larry Whelan, Jo
Legwabe, Adrian Sherwood, Jimi Papazanateas, além dos músicos quwwali,
Rizwan e Muazzam (sobrinhos do grande músico paquistanês Nusrat Fateh
Ali Khan, que seguem linha semelhante, no estilo sufi), Ben Baddoo and
Bernard O'Neill, para apenas citar alguns. O álbum traz uma sonoridade
elaborada, com instrumentos pouco conhecidos, como a mbira africana
(também conhecido como lamelofone), que ilustra a capa do disco.
Recomendado para momentos relaxantes, aumentando o som ao máximo para
captar as diversas sobreposições de texturas sonoras. |
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Timo Maas é um
músico de Düsseldorf mais conhecido por seu envolvimento com o
trance alemão, como DJ e produtor. Este é seu segundo álbum solo.
Seu primeiro disco era uma combinação de techno e big beat, com um
som propício para festas e baladas. Aqui, entretanto, o músico busca
um novo caminho, com mais ênfase na estrutura musical e arranjos do
que em grandes refrões. Brian Molko, do Placebo traz seu vocal para
a faixa-título e para a música de trabalho do disco. A primeira tem
influências de new wave, com um ritmo mais dançante, porém tenso. A
segunda é uma ótima música de rádio, com seu caráter imediatamente
prazeroso e marcante. Uma das melhores coisas a respeito do álbum é
que, a cada faixa, se torna melhor. As faixas anteriores são boas,
mas não tão especiais se comparadas com High Drama, com Neneh Cherry
ou a progressiva 4 Ur Ears, com seu colaborador de longa data, Kelis.
A capacidade de Timo Maas para construir linhas melódicas
inteligentes cresceu de forma surpreendente para seu segundo álbum.
Talvez haja algum estranhamento para os fãs da dance mais pura, mas
se você procura algo mais substancial, este é o álbum perfeito. |
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Um dos primeiros discos do duo norueguês
Röyksopp, está na lista “1000 Discos Para Ouvir Antes de Morrer” do
jornal britânico The Guardian, e numa lista semelhante, do livro de
Robert Dimery, “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”, (publicado no
Brasil pela GMT Editores). Provavelmente um dos melhores discos de 2002
e definitivamente o mais original, o cinematográfico e viajante álbum
encontra uma beleza incomum no estudo de contrastes. Em princípio
gélido, sensual e sofisticado, austero e alegre, ambiental e
extremamente detalhado, este trabalho é igualmente música clássica,
eletrônica e trilha cinematográfica, porém mais do que isso. Traz sons
como a harpa, beatbox, piano, orquestração com cordas que remetem a
trilhas de filmes. Como Philip Glass, Röyksopp são minimalistas que
tiram de cada nota o seu melhor, sem jamais perder de vista o centro
emocional de seu trabalho como um todo. |
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Lançado na Europa, Japão e EUA pelo selo
Yellow Productions, esta não é apenas uma compilação que reúne vários
artistas, mas um álbum conceitual produzido por Bob Sinclair. A fusão do
jazz, da bossa e outros estilos confere ao disco um ar sofisticado e
singular. |
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Este é um dueto de
música eletrônica que combina música industrial com canto gregoriano e
outras formas de liturgias religiosas. É composto por Frederick Vogler e
Tokoshi Kawai. Antes do inicio do projeto, Vogel e Kawai trabalharam
como engenheiros de som em Hollywood, na indústria do filme, e na Los
Angeles Philharmonic. |
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Este é um dueto de
música eletrônica que combina música industrial com canto gregoriano e
outras formas de liturgias religiosas. É composto por Frederick Vogler e
Tokoshi Kawai. Antes do inicio do projeto, Vogel e Kawai trabalharam
como engenheiros de som em Hollywood, na indústria do filme, e na Los
Angeles Philharmonic.
Neste álbum, o escritor de best sellers de auto-ajuda Deepak Chopra,
Adam Plack e seus amigos da música atual inspiram-se no amor dos poemas
de Rumi, produzindo uma união entre o antigo apaixonado verso persa e
inebriantes ritmos e cantos.
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